martes, 7 de diciembre de 2010

POR LA GARANTIA DE OPORTUNIDADES

Investigadora defende importância de garantir oportunidades aos descendentes dos imigrantes

Ao contrário dos pais, os jovens descendentes de imigrantes não escolheram o país onde vivem e, por isso, sem medidas que lhes garantam oportunidades não haverá sucesso na sua integração, sustenta a socióloga Beatriz Padilla.
A investigadora no ISCTE, em Lisboa, não tem dúvidas: “Sem medidas de acção afirmativa não vamos longe.” “Se não damos oportunidades a estas pessoas, que são vistas como diferentes”, sejam negras, mulheres ou outras minorias, elas “nunca vão lá chegar, é impossível, seria um milagre”, considera a socióloga, que dará hoje uma conferência sobre jovens descendentes de imigrantes, no âmbito do festival Rotas e Rituais, em Lisboa.

Reconhecendo que houve uma evolução positiva desde as leis da Nacionalidade e da Imigração, Beatriz Padilla realça que “ainda há trabalho a fazer, sobretudo com os jovens”. Qual é “o incentivo” para quem acaba os estudos e “tem de ir trabalhar na construção civil e perpetuar o estatuto do pai?”, interroga a investigadora, sublinhando “a diferença de expectativas” entre o imigrante – que desejou sair do seu país e, por isso, se sujeitou – e o filho do imigrante – que não emigrou e nasceu num país onde não se sente nacional, porque é “rejeitado”.

Alargar os direitos políticos dos imigrantes, permitindo-lhes votar apenas com o requisito de “alguns anos de residência”, seria também um incentivo, sugere. Beatriz Padilla discorda da proposta dos projectos de revisão constitucional de PS e BE, que retiram do artigo 13.º da Constituição, sobre não discriminação, a categoria “raça”. A discriminação que existe em Portugal, contrapõe, é “muito mais visível em relação à comunidade africana”.

“Toda a gente sabe que a raça como raça não existe, mas existe na cabeça das pessoas”, sublinha. Isto embora “todos os portugueses” acreditem “que são menos racistas do que o resto do mundo”. A imigração tem diminuído, uma tendência que se deve sobretudo à crise. Porém, “é muito raro acontecer” que a motivação do imigrante seja “só económica”.

Uma coisa é certa: “a única saída rápida que existe” para o envelhecimento da população é a imigração. “Ainda há vários mitos em relação à imigração”, lamenta a socióloga, apontando a ideia de uma alegada maior qualificação dos imigrantes de Leste e menor capacitação de brasileiros e africanos.

Mas “o maior mito de todos é o do retorno”, refere. “Está na moda falar de retorno, mas retorno em massa não estou a ver”, acrescenta, referindo-se à comunidade brasileira e à eventualidade de esta regressar ao Brasil numa altura em que o país cresce economicamente e inicia um novo ciclo político. Mas reconhece que “o Brasil está na moda”, não só como “potência”, mas também no “aspecto cultural”.

Existe “uma relação de amor e ódio entre Portugal e o Brasil”, são “mãe e filho, mas o

EN DEFENSA DE LOS MIGRANTES

Pastoral de los Migrantes celebra 25 años

Por: Da Redação

El Servicio Pastoral de los Migrantes (SPM) conmemora 25 años de lucha en defensa de los migrantes, el 2010, con una serie de actividades conmemorativas que se prolongarán hasta el próximo año.

Y en el marco de ese celebración, se lleva a cabo en São Paulo el seminario ‘Rompiendo fronteras con los migrantes’.
El evento reúne a cerca da 100 participantes, entre investigadores, agentes de pastoral, migrantes y entidades colaboradoras del SPM- que debaten acerca de los actuales desafíos que enfrentan los migrantes.

Según Demétrio Valentini, presidente del Servicio de Pastoral de los Migrantes, la coyuntura actual de crisis económica y ecológica trajo grandes problemas para los migrantes, como la falta de acogida en los países de destino. Menciona, por ejemplo, el problema de los africanos en Europa y de los latinoamericanos en los Estados Unidos, donde  hay una "tensión en las fronteras" y los migrantes son rechazados.

Asegura que  existe un "desequilibrio" que debe ser superado para que haya un "mundo más justo". Según el obispo, esa situación se evidencia en la "libertad" promovida por el capitalismo y cuestiona "En el capitalismo, hay la libertad [libre circulación] de capital (…) y ¿por qué no deja también la libertad de los trabajadores, la movilidad humana?".

Para intentar acoger y organizar a los migrantes en la búsqueda de sus derechos fue oficialmente creado, el año 1986, el Servicio Pastoral de los Migrantes cuyo trabajo se divide en tres ejes: migración estacional (acompañamiento y mantenimiento de las relaciones comunales de trabajadores temporales); migración urbana (refugio y organización de los migrantes en las grandes ciudades); e inmigrantes (organización de migrantes extranjeros).

Según el religioso, los migrantes de hoy están más concientes de sus derechos que los de hace 25 años. "Ellos empiezan a tener conciencia de que son sujetos de derechos y que son presencia positiva para la sociedad", revela, pero asegura que la articulación de éstos en organizaciones propias aún son importantes desafíos a superar.

Como logro en estos 25 años, el presidente del SPM cita el reconocimiento y la consolidación del trabajo de la institución que ha incidido para que  "las diócesis perciban la importancia de acoger a los migrantes".


Programación.

El Seminario "Rompiendo Fronteras con los Migrantes" contempla un amplio debate de temas de actualidad como "Crisis globales y flujos migratorios", con Hélion Póvoa Neto, investigador de la Universidad Federal de Rio de Janeiro (UFRJ); Derechos Humanos y Migraciones", con José Carlos Pereira, miembro del SPM; y "Diversidadesy transformaciones socioculturales y nuevas formas de esclavitud, servilismo y explotación humana", con la profesora de la Universidad de São Paulo (USP), Walkure Ribiero.

Además, incluye  la organización de talleres sobre diversos temas relacionados a la migración, como tráfico de seres humanos, interacción en las fronteras amazónicas, desarrollo sostenible y economía solidaria, y políticas migratorias.

UNA GRANDE FIESTA DEPORTIVA

Final da copa de futebol de salão AeroSur 2010

Por: Da Redação


Este sábado 4 de dezembro foi realizada a final da copa de futebol de salão AeroSur 2010, o evento foi prestigiado pela comunidade boliviana que compareceu as instalações do Clube Tietê em número expressivo.

A festa começou com um jogo infantil onde as crianças fizeram a alegria dos pressentes, principalmente familiares que não paravam de apoiar aos pequenos esportistas. O segundo jogo da tarde ficou com as meninas que surpreenderam com uma técnica e entrega das esportistas bolivianas ressaltando ainda mais a importância de abrir maior espaço para o esporte feminino da comunidade boliviana na capital paulista.

O jogo prévio a final foi promovido pelos jogadores máster da comunidade boliviana e o time da AeroSur da cidade de Santa Cruz, integrada pela estrela boliviana Milton Melgar que mostrou ao público o porque da fama internacional da sua técnica apurada armando todas as jogadas do seu time. Fica em segundo plano comentar o placar do jogo devido ao espetáculo do ex capitão da seleção boliviana (6x2 para o time visitante).

O jogo de fundo foi cheio de emoção pelo desempenho dos dois times, German Bush de São Paulo e o time da AeroSur da cidade de Santa Cruz – Bolívia. O jogo terminou com a vitória do time visitante, porem os jogadores do time paulista venderam caro o placar, a base de força e muita entrega no jogo. A torcida presente marcou o evento com muito barulho e apoio ao time local em todo momento.

Os momentos emotivos do evento marcantes ficaram nas palavras que o ex Jogador da seleção boliviana de futebol “Milton Melgar” realizou ao público presente, no que se destaco a responsabilidade das crianças e jovens de praticar ainda mia todo tipo de esporte para desta maneira melhorar ainda mais o futuro de todos, e o compromisso do Cônsul da Bolívia na cidade de São Paulo Dr. Jaime Valdivia em ajudar a promover e incentivar o esporte entre as crianças imigrantes bolivianas na cidade de São Paulo, com a possibilidade de criar uma escolinha de futebol em parceria com Milton Melgar que já tem o modelo de escolas esportivas infantis na Bolívia e na Argentina.

miércoles, 1 de diciembre de 2010

INVITACION

O Grupo Folclórico Cultural Kantuta Bolivia abre as inscrições para CAPORALES

Por: Da Redação

GRANDE PARTIDO ... NO SE LO PIERDAN

Final do campeonato de Futsal AeroSur 2010

Av. Santos Dumont, 843 Bairro: Ponte pequena
(Próximo ao metro Armênia)   Tel.(11) - 3228-5244

Por: Da Redação
 

PROYECTO DE USP ES MAL VISTO POR LOS ......

PROJETO DA USP PARA INTEGRAÇÃO DE ESTRANGEIROS É MAL VISTO POR INTERCAMBISTAS.

Por: Da Redação
Yasmin Abdalla   | Publicado em 24.11.2010 – 375 (nov/2010), universidade
A Comissão de Cooperação Internacional da USP (CCint) afirmou que, em apoio a estudantes estrangeiros, irá construir um centro de difusão internacional, nome ainda provisório. Segundo o Vice-Reitor de Relações Internacionais, Adnei Melges de Andrade, a ideia é oferecer atividades ao intercambista, tais como acolhimento do estudante, informações do cotidiano, como moradia e permanência no país, além de um centro de idiomas, que ofereceria auxílio no aprendizado do português.

Anthony Baert, estudante belga que faz economia na FEA-USP, não concorda com algumas propostas do centro. Para ele, os estudantes intercambistas tendem a se segregar normalmente, construir um lugar que centralize ainda mais dificultaria a interação com os brasileiros. “Relações entre estudantes não podem ser criadas de cima, os próprios intercambistas devem fazer esse esforço”. Anthony afirma que Centros Acadêmicos e Atléticas são mais importantes nesse tipo de relacionamento.

Além do centro de difusão internacional, que entrará em licitação em 2011, Adnei Melges de Andrade afirma que a CCint especula adquirir um prédio no centro, da prefeitura de São Paulo,  que possa ser reformado para abrigar estrangeiros. Além de moradia para alguns alunos, o prédio serviria para abrigar professores de outros países que viessem à USP.

Rafael Alves, do Coletivo Aroeira, antiga gestão da Associação dos Moradores do Conjunto Residencial da USP (AmorCrusp), afirma que esse tipo de iniciativa é um estímulo à xenofobia, “a convivência entre os estudantes é o que faz ficar mais rico esse intercâmbio cultural e ideológico”. Pós-graduando em artes visuais na ECA-USP, o estudante colombiano Dario Vargas também discorda desse projeto. Ambos defendem políticas de permanêcia estudantil no próprio Crusp, onde os alunos poderiam ter acesso às informações e estruturas necessárias, sem perder o espaço de convivência estudantil.

CONTINUA VALIENDO EL VISTO DE TRABAJADOR

CONTINUA EM VIGOR - LEI DE ANISTIA TÁCITA PARA TRABALHADORES SUL-AMERICANOS!!!

Por: Da Redação
“LEI DE ANISTIA TÁCITA PARA TRABALHADORES SUL-AMERICANOS”: VISTO DE RESIDÊNCIA NO BRASIL PARA TRABALHADORES SUL-AMERICANOS QUE TENHAM CONTRATO DE TRABALHO COM EMPRESA DE QUALQUER TIPO SEDIADA NO BRASIL.



















Trabalhadores de onze paises sul-americanos se beneficiam com o que a Associação Nacional de Estrangeiros e Imigrantes no Brasil – ANEIB; chama de “lei de anistia tácita para trabalhadores sul-americanos”. Esse benefício só durará até 31.12.2012. Os países beneficiados com essa lei são: Argentina, Peru, Colômbia, Bolívia, Venezuela, Chile, Paraguai, Equador, Guiana, Uruguai e Suriname.

Com efeito, o Governo Brasileiro está outorgando visto de residência por trabalho ao trabalhador sul-americano que consiga um contrato de trabalho com qualquer tipo de empresa sediada no Brasil que tenha CNPJ, recortando e flexibilizando assim, muitos dos requisitos que os trabalhadores sul-americanos não podiam conseguir; para através de um trabalho digno, regularizar-se no Brasil e não ficar em situação de ilegalidade ou escravo de práticas abusivas, como era até faz pouco tempo. O pedido poderá ser feito até 31 de dezembro de 2012.

Trata-se de uma norma imigratória brasileira de 17 de outubro de 2008. Segundo fontes oficiais brasileiras serão beneficiados milhares de imigrantes existentes hoje no Brasil oriundos da América do Sul, pois como maior país da América Latina pretende promover a integração dos povos, facilitar a obtenção de um visto de trabalho para que as pessoas não fiquem irregulares ou submetidas a trabalho escravo.

Perguntas que me fazem a respeito desse visto:

1. Esse visto é para exercer qualquer tipo de atividade laboral?. Inicialmente sim, ou seja, esse visto poderá ser concedido por exemplo para cozinheiros, costureiros, pedreiros, professores de idiomas, telefonistas, artistas, artesãos, vendedores, operadores de marketing, técnicos de diversas áreas: elétrica, mecânica, de informática, etc; profissionais de diversas áreas: engenheiros, enfermeiros, contabilistas, etc.

2. Se minha profissão é de técnico, mas consigo um contrato como vendedor numa loja, posso solicitar esse visto?.
O Governo Brasileiro examinará a compatibilidade entre a qualificação profissional e a atividade que exercerá no Brasil.

3. O comerciante liberal e o profissional liberal, poderão acolher-se a esta lei? Sim, se tiverem um contrato de trabalho com qualquer empresa, loja, entidade privada ou estatal, etc, como por exemplo, bancos, clínicas médicas, escolas, colégios, comércios, etc.

4. Quais os requisitos para solicitar esse visto?.Fundamentalmente são os seguintes:
a) Contrato de trabalho;
b) Contrato social  e CNPJ da empresa; e,
c) Cópia do passaporte do estrangeiro sul-americano.

5. Anteriormente, existiam outros requisitos para o trabalhador estrangeiro?.Sim. Ainda continuam, mas, não se aplicam ao estrangeiro de origem sul-americana.

Por exemplo, outros estrangeiros que não tenham origem sul-americana deverão comprovar a sua qualificação e experiência profissional por meio de diplomas, certificados ou declarações das entidades nas quais o estrangeiro tenha desempenhado atividades, demonstrando o atendimento de um dos seguintes requisitos:

I – escolaridade mínima de nove anos e experiência de dois anos em ocupação que não exija nível superior; ou

II – experiência de um ano no exercício de profissão de nível superior, contando esse prazo da conclusão do curso de graduação que o habilitou a esse exercício; ou

III – conclusão de curso de pós-graduação, com no mínimo 360 horas, ou de mestrado ou grau superior compatível com a atividade que irá desempenhar; ou
IV – experiência de três anos no exercício de profissão, cuja atividade artística ou cultural independa de formação escolar.

Mas, como já disse, quando se tratar de pedido de visto de trabalho para nacional de país sul americano, esses requisitos não se aplicam.

6. Esse beneficio ou “anistia” para os trabalhadores sul-americanos será indeterminado?. Não. A lei só se aplicará dessa forma até 31 de dezembro de 2012. Depois desse prazo, serão exigidos todos os requisitos que se solicitam hoje para nacionais de outros países, que não os sul-americanos. Trata-se evidentemente de uma “anistia tácita em favor dos trabalhadores sul-americanos”, que deve ser urgentemente aproveitada.

7. Mas, a duração do visto será só por dois (02) anos e pronto?.Não. Será um visto temporário valido por (02) dois anos que ao final será prorrogado por mais dois (02) anos; e, finalmente será outorgada a permanência definitiva se prorrogado por uma terceira vez.

8. Caso obtenha o visto de residência com base nessa lei, ela se estende aos meus dependentes?
Sim. Se previamente solicitado no requerimento de visto, ou seja, o conjugue e os filhos menores de idade, tem direito ao mesmo visto.

9. Gostaria de saber, se além da carteira de trabalho com base nessa "anistia para trabalhadores da América Latina”, poderei ter conta corrente, carteira de motorista, cartão de crédito, matricular meus filhos nos centros de ensino, etc?Sim. Poderá ter todos os documentos que os estrangeiros residentes têm hoje no Brasil.

10. Essa lei pode ser aplicada a estrangeiros que moram no Brasil ou só vale para aqueles que irão vir ao Brasil?.Segundo informações oficiais do próprio Governo Brasileiro em 2008, vale também para aqueles que estiverem “morando” no Brasil, cito: "Novas regras vão beneficiar cerca de 400 mil imigrantes existentes hoje no Brasil". "A idéia é facilitar a obtenção de visto de trabalho para que essas pessoas (os sul-americanos) não sejam exploradas e submetidas a trabalho escravo".