viernes, 4 de noviembre de 2011

CDHIC ... REALIZA OFICINA .. SOBRE EL .... "EL DERECHO AL VOTO" .. DE LOS IMIGRANTES EN BRASIL.


O CDHIC realiza oficina sobre o direito ao voto dos imigrantes no Brasil

Por: Da Redação - São Paulo 3 de Novembro de 2011
O direito ao voto imigrante será o tema de discussão da Oficina de Formação Política que acontecerá no Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante – CDHIC, no próximo domingo, dia 06 de novembro.


Um levantamento realizado através de organizações membros da Rede Sulamericanana Espaço Sem Fronteiras, mostra que o Brasil é o único país na América do Sul que não reconhece o direito de voto aos imigrantes permanentes em nenhuma esfera política. Colômbia, Peru, Paraguai, Argentina, Venezuela, Equador reconhecem esse direito na esfera local; Bolívia na sua constituição também garante o direito de voto com base na reciprocidade; e Uruguai e Chile, inclusive, nas eleições presidenciais.


















Para que os imigrantes permanentes possam votar no Brasil será necessário uma Emenda Constitucional e, nesse sentido, merece destaque a PEC 401/2005 de autoria do então Deputado Federal Orlando Fantazzini PT/SP apresentada em 31 de maio de 2005, que se encontra arquivada na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.

A PEC altera a redação do 2° do art. 14 da Constituição Federal que resolve que  “Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e, durante o período do serviço militar obrigatório, os conscritos”, dando a este uma nova redação: “Não poderão alistar-se como eleitores os conscritos durante o serviço militar obrigatório e os estrangeiros, com exceção daqueles residentes em território brasileiro por mais de cinco anos e legalmente regularizados”.



Os imigrantes permanentes no Brasil somam atualmente, segundo o Jornal O Globo, 1.466.000 (O GLOBO - ECONOMIA - PÁGINA 35 - Edição: 30/10/2011), ou seja, um número de pessoas que supera o número de habitantes da Cidade de Porto Alegre, que segundo senso IBGE de 2010, é de 1.409.939 habitantes. Entretanto, quando o assunto é Política Migratória, voltamos à década de 1980, quando foi elaborada e adotada atual lei de migração, o Estatuto do Estrangeiro.  Normativa esta que impõe uma burocratização demasiada como condições de regularização migratória no Brasil, além de, pelo próprio nome, excluir o trabalhador ou trabalhadora da sociedade ao tratá-los como “estrangeiros” e não como imigrantes neste país. 

Segundo o ponto de vista do CDHIC, debater o direito de voto dos imigrantes ajudará a levantar reflexões e argumentos do voto como um DIREITO inerente ao coletivo de todas as pessoas que vivem no país, bem como poderá despertar maior interesse de parlamentares na criação de leis que garantam os direitos sociais e a inserção social da população.

É por esta razão reiteramos a importância da Marcha do Imigrante que acontecerá em 04 de dezembro de 2011, no Centro de São Paulo: precisamos ouvir a voz das comunidades imigrantes que participarão do debate sobre o Direito ao Voto no próximo domingo, das 11h às 18h, na sede do CDHIC, localizada à Rua Bernardo Magalhães, 203, no Tatuapé, em São Paulo-SP.

Fonte: 
CDHIC
Bolivia Cultural
Radioinfinitaweb

CAMI ... INSTITUCION SOCIAL QUE TRABAJA ..POR LA INCLUSION SOCIAL DEL MIGRANTE EN SAN PABLO


Instituição social em Sâo Paulo trabalha com a inserção social do imigrante

Por: Angelina Miranda - São Paulo 3 de Novembro de 2011
Muitos são os imigrantes no Brasil, cerca de 1 milhão e 400 mil, dentre estes 300mil bolivianos apenas na cidade de São Paulo. O imigrante sofre dificuldades, que na verdade se assemelham as do brasileiro, mas por estar em uma terra desconhecida, com outros costumes, tudo toma uma proporção maior.
Para prestar apoio e solidariedade, quando o poder público não é capaz ou não tem interesse de fazê-lo existem instituições sociais como o CAMI (Centro de Apoio ao Migrante), que auxilia o imigrante recém-chegado no país.
Atualmente quem coordena o CAMI é Roque Patussi, brasileiro ligado às causas imigrantes desde a juventude “A língua que se falava na minha casa era o italiano misturado com o português, graças à descendência dos meus pais, então quando ia à escola falava com sotaque isso já era motivo de chacota” comenta.


































Criado pela SPM (Serviço Pastoral dos Migrantes) a instituição realiza o seu trabalho desde 2005, oferecendo gratuitamente orientação jurídica, auxílio para regularização migratória além de atividades de formação sócio-cultural.

Logo na entrada há um painel com informações importantes à comunidade, como vagas de empregos, informações sobre legalização de documentos e conselhos como: “De olho aberto para não virar escravo, defenda seus direitos”.





















Esse tipo de acontecimento na infância foi a mola propulsora para que o gaúcho, trabalhasse com a questão migratória para além das fronteiras do Brasil.

Na época atuando como padre foi missionário nos Estados Unidos por mais de sete anos, além de ter atuado também no Paraguai.

A vivência lhe trouxe experiência “Os imigrantes que chegavam aos EUA são os mesmos que chegam ao Brasil, mais depois de três meses sabíamos que eles já estariam estabelecidos financeiramente. Aqui isso não acontece” diz.

Por isso além das funções tradicionais há também auxílio psicológico, e necessidades básicas como alimentação e vestimentas que são supridas na medida do possível.

Hoje o CAMI tem seis funcionários, aumentando este número há alguns estagiários que ficam por tempo indeterminado, de acordo com as disponibilidades de horário.
CELEBRACIÓN DE LA SEMANA DEL MIGRANTE

Atividades e dificuldades

Mesmo com o trabalho relevante e reconhecido que faz com os imigrantes, o CAMI tem dificuldades financeiras para se estabelecer.  Atualmente a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) auxilia diversas instituições de vários segmentos, e como não privilegia uma nem outra com a divisão de verbas cada uma recebe um valor muito pequeno até mesmo para os gastos básicos.

Por isso buscar recursos alternativos foi a saída. Instituições da Espanha e da França apóiam o projeto com determinada quantia, que garante a manutenção das atividades.

Como por exemplo, dos cursos que acontecem geralmente aos sábados e domingos. Para crianças e adolescentes cursos de informática, artes plásticas e para os adultos aulas de português e prevenção ao tráfico de pessoas e de combate ao trabalho escravo.

Outra atividade desenvolvida pelo CAMI é a marcha dos migrantes, reunindo pessoas de diversas etnias que em terras brasileiras lutam por condições básicas de trabalho e sociabilidade.

A bandeira deste ano é o direito ao voto que será protestada no dia 4 de dezembro, na sua 5º edição.
Para saber mais entre no site do CAMI
Comunidades marcam presença na Sé no Dia Nacional do Migrante
ANISTIA PARA OS IMIGRANTES: UM DIREITO TRANSFORMADO EM CALVARIO PELA POLICIA FEDERAL

Fonte: 
Bolívia Cultural
Radioinfinitaweb

jueves, 3 de noviembre de 2011

EL CICLISMO EN BOLIVIA.. LA GRAN VUELTA A BOLIVIA .. COMIENZA ESTE VIERNES .

La Vuelta largará mañana

La cuarta Vuelta a Bolivia de Ciclismo comenzará mañana en Yacuiba después de un susto que pasaron ayer en Santa Cruz varios pedalistas extranjeros, cuando la flota en la que viajaban sufrió un accidente, aunque sin consecuencias graves para los deportistas.
A pesar de ese incidente y tomando en cuenta que no hubo lesionados de consideración, el grupo Fides decidió cumplir con la programación y largar la carrera en fecha y hora previstas para recorrer los 1.618,8 kilómetros que la convierten en la prueba más larga de la historia, divididos en 10 etapas. En la penúltima etapa se disputarán 39 kilómetros de una Contrarreloj Individual (CRI) prevista para el 13 de este mes por la mañana.
En esta cita participarán siete equipos extranjeros invitados por los organizadores: MMR Spiuk de España (con sólo cuatro ciclistas), Depredadores Chetumal de México, Selección Nacional de Ecuador, Prodem-Lotería del Táchira de Venezuela, ACME Cycling Team de Argentina, EBSA de Colombia y KTM Bike Insdustries Global Cycling Proyect de España.
Por primera vez en la historia de la carrera, convertida en la más grande del país y una de las más importantes de Latinoamérica, intervendrán equipos de España, que se prevé den batalla sobre todo en las primeras etapas, en las que el recorrido es plano.
A  las representaciones que vienen de afuera se suman los seis equipos nacionales clasificados durante una fase previa: en la nómina aparece por primera vez Nacional Potosí, el club conocido por su equipo de fútbol liguero que ahora también decidió participar en el ciclismo; y los tradicionales Pío Rico de Cochabamba, AMC Viacha de La Paz, Z’ Sport de Cochabamba, Glas Casa Real de Tarija y la Selección de Santa Cruz.
Los seis lideraron el ranking final después de las pruebas clasificatorias.
La Vuelta a Bolivia recorrerá seis de los nueve departamentos del país, con la inclusión este año de Tarija y Chuquisaca, que se suman a Santa Cruz, Cochabamba, Oruro y La Paz, por donde ya transcurrió en versiones anteriores.
La competencia comenzará mañana a las 08.00 en el puente Pilcomayo de la localidad de Yacuiba, para terminar la primera etapa de 110 kilómetros en la plaza 24 de Julio de Villamontes.
“Esperemos que sea una linda fiesta y que una a todas las poblaciones por donde pasará”, dijo el director de la Vuelta, Aníbal Mollinedo.
Los premios
Individual
El grupo Fides invertirá 51.000 dólares en premios. En la clasificación general individual repartirá 14.976 dólares. El campeón se llevará 5.000 dólares.

Por puntos
La clasificación general por puntos repartirá  3.300 dólares. El primero recibirá 1.800 dólares. Por equipos se repartirá 1.100 dólares

Por etapas
Está presupuestado un monto de 19.904 dólares para la clasificación por etapas. Por semietapas se invertirá 6.520 dólares.
fonte
larazon
radioinfinitaweb

miércoles, 2 de noviembre de 2011

ESTUDIANTES BOLIVIANOS .. GANAN MEDALLAS ... ORO y PLATA .. PARA BOLIVIA


Estudiante gana medalla de plata en olimpiada en Brasil

Competencia. Cuatro escolares sacaron la cara por el país 

Beatriz Ávalos
Que en el colegio algunos compañeros la llamen nerd, la tiene sin cuidado. Que otras personas le digan que no debería dedicar tanto tiempo al estudio, sino aprovechar su juventud y disfrutar de la vida, no le incomoda. Mónica Sanjinez Ortiz, de 17 años, sabe lo que quiere ser en el futuro y para ello se está preparando con el apoyo de sus padres y sus profesores.  

Precisamente su esfuerzo, su disciplina y su pasión por la física la han llevado a ganar varios premios desde los 13 años, cuando empezó a participar en competencias estudiantiles a escala regional, nacional e internacional.

Su último galardón ha sido una medalla de plata, obtenida en la tercera Olimpiada Latinoamericana de Astronomía y Astronáutica, que se llevó a cabo del 24 al 30 de octubre en Passa Quatro, Minas Gerais (Brasil).

Mónica, que cursa el tercero de secundaria en el colegio Cardenal Cushing, formó parte de la delegación boliviana, integrada además por Gustavo Ventura, Emily Lapaca (ambos de Oruro) y Daniela Guevara (La Paz). Los dos primeros obtuvieron medallas de oro y plata, respectivamente, y Daniela, mención de honor. En esta competencia participaron más de 30 escolares de ocho países.

Esta no es la primera vez que Mónica sobresale en el extranjero, pues el año pasado, en un evento similar realizado en Bogotá (Colombia) ganó medalla de plata, y en la olimpiada nacional logró medalla de oro.

A diferencia de otros países, la materia de astrofísica no está en el pénsum académico; sin embargo, para competir en la olimpiada Mónica leyó varios libros, pesquisó en la Internet y también viajó a La Paz para investigar en el planetario.

Su maestra Sulma Valdez ponderó la disciplina y el interés que demuestra esta jovencita por superarse. Contó que Mónica y otros alumnos del Cardenal Cushing estudian horas extras para prepararse y competir en eventos nacionales e internacionales.
“La física me encanta, pienso estudiar física en la universidad de Cochabamba o en La Paz, aunque mi mayor sueño es ingresar en el Instituto de Tecnología de Massachusetts (MIT, por sus siglas en inglés)”, dijo.

Mónica admite que su amor por la física la ha llevado a postergar sus clases de tenis e idiomas. “Hay gente que dice que soy joven, que no debería pasar todo el tiempo leyendo libros de física, pero hago lo que me gusta, no estoy perdiendo el tiempo sino preparándome para la universidad. Además, me doy tiempo para escuchar música y leer libros que no son de ciencia”, expresó.
La muchacha cree que su pasión por las ciencias exactas la heredó de su abuelo. Su hermana Carla (11) le sigue los pasos.

    SUS FRASES   
«En el colegio no me bajan de nerd, me dicen: tu padre es un robot y tu madre una computadora»

«A pesar de que en Santa Cruz no tenemos observatorio, hemos ganado los concursos de astrofísica»

«Algunos dicen que no estoy aprovechando mi juventud, pero a mí me gusta lo que hago. El resultado se verá después»

FONTE
ELDEBER
RADIOINFINITAWEB

DIA DE LOS FINADOS ... TRADICIONES ...


Dia de finados dos bolivianos é celebrado de maneira distinta dos brasileiros

Por: Da Redação - São Paulo 26 de Outubro de 2011
A festa de Todos Santos é um dos momentos fortes do calendário boliviano. Durante esta festa se cultiva a memória aos mortos, ornamentando com flores seus túmulos.

















O culto aos que se foram sobretudo no interior dos povoados afastados, onde o evento se prepara semanas antes da data. O ritual é complexo, como vamos ver, outro exemplo do sincretismo entre tradição pré-colonial e tradição cristã importada pelos espanhóis.

A festa de Todos Santos tem lugar o 2 de novembro, no entanto a festa mesma começa no dia anterior, o 1ro às doze do médio dia, quando as almas dos mortos chegam às casas para compartilhar com os vivos a alegria de um bom jantar.

Na tradição pré-colonial, quando uma pessoa morria, sua alma (nuna) se vai reunir com o Urkhu Pacha, no mundo de baixo. Neste mundo subterrâneo, um mundo ao avesso, as almas vivem o ciclo de sua vida, elas nascem velhas para morrer jovem e voltar a viver no mundo dos vivos. A morte então não é nenhuma ruptura, senão uma etapa do ciclo da vida, ao invés da visão linear da vida na religião cristã.

A cada ano, as almas voltam a visitar o mundo dos vivos para ver se sua lembrança perdura. No calendário pré-colonial, esta festa tradicional aos mortos cai ao final da época seca (todas as festas e ritos andinos estão vinculados ao calendário agrícola), as almas dos mortos voltam para se abastecer do que preparam os vivos após um período de restrições.

As almas chegam com fome e muita sede. Os vivos preparam-lhes  as comidas e bebidas prediletas daquele que se foi. Este ato demonstra de novo a importância da reciprocidade na sociedade andina: os vivos alimentam os mortos cujos ossos estão a secar debaixo do sol e que os mortos intervenham para que a terra permita boas colheitas, e sobretudo que as chuvas, de novembro, sejam abundantes.

Os primeiros cronistas descrevem pouco depois da chegada dos primeiros espanhóis, que retiravam os mortos de suas tumbas (os corpos eram embalsamados naquela época), os vivos vestiam-lhes com sua roupa mais bonita, presenteavam-lhes com um banquete, e  passeavam com os corpos no campo e dançavam com eles para depois lhes devolver a suas tumbas com comida.

Devido aos dogmas e conceitos católicos já estabelecidos, a igreja condenou tais atos próprios desta cultura, tanto é que está prática tem desaparecido com o passar do tempo. Mas ainda há registros em certos povoados interioranos, que o ritual não se perdeu totalmente, mas agora há uma junção com a tradição cristã.

 No 1º de novembro ao meio dia, as famílias dos mortos montam uma mesa sobre a qual dispõem uma toalha (branco se o morto é uma criança, negro ou escuro se fosse um adulto) ainda por cima põem elementos simbólicos podendo ser objetos ou comida. Também se coloca em cima uma foto do e velas acesas.

Há fruta seca, bolachas, doces em forma de animaizinhos, escadas de pão (provindo da tradição católica, para subir ou baixar do céu), coca e chicha (bebida de milho), instrumentos de música e "tanta wawas", ou seja, "meninos de pão". Este último elemento é como reminiscência do rito da Copachoca, praticante na época incaica, a presentear meninos sacrificados às divindades do mundo sobrenatural.

Os familiares sentam-se ao redor da mesa e recebem todas as noites visitantes, acompanham a família em seu rito de lembrança ao difunto, em suas orações, e por suposto compartilham a comida e as bebidas.  Também é tradição que passem grupos de meninos de casa em casa para orar e cantar (abados ou Cori Coritos) às almas dos mortos, recebendo em troca uma parte do banquete da mesa. Estes cantos são jocosos, contando pequenas historitas em rimas.
No dia seguinte, estes cantos repetem-se quando as famílias montam a mesa (mastak'ou) sobre a mesma tumba do morto. Os mastak'us são à medida da importância do morto e da riqueza de sua família, às vezes chegam a ser realmente impressionantes.
Ao meio dia começa o ritual de despedir às almas que devem regressar ao mundo subterrâneo. Isto se acompanha de comida abundante, porque o morto precisa muita energia para sua viagem de volta. O cemitério transforma-se por horas num gigantesco banquete sobre a grama.  




Fonte: 
Jornada.net.com
Bolivia Cultural
RADIOINFINITAWEB