lunes, 10 de enero de 2011

EL CONGRESO DE FORTALEZA

Congresso sobre Tráfico de Pessoas traz experiências de Viena à Fortaleza


Tatiana Félix *

Fortaleza - Adital -
O Congresso "Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas", realizado hoje (9), em Fortaleza, no Ceará, reuniu operadores de Justiça, defensores (as) dos direitos humanos e representantes de organizações sociais, para fortalecer os debates sobre este complexo crime, que abusa e viola os direitos básicos pessoais, chamado, por isso, de ‘escravidão dos tempos modernos’.
O secretário nacional de Justiça, Pedro Abramovay, iniciou as palestras e falou sobre a situação do Tráfico de Seres Humanos no Brasil e no mundo, já que este crime tem caráter transnacional, atingindo vários países. Neste sentido, ele ressaltou a importância de se ter Postos Avançados de Atendimento em todos os aeroportos do país, para orientar melhor os migrantes e as vítimas.


A Procuradora da República em Fortaleza e também Procuradora Regional dos Direitos do Cidadão, Nilce Cunha Rodrigues, citou a Pesquisa sobre Tráfico de Mulheres, crianças e adolescentes para fins de exploração sexual, a Pestraf, que apontou o Ceará um dos principais pólos de tráfico humano no país, para lembrar que o estado "vendia sua imagem lá fora de forma altamente negativa, incentivando o turismo sexual, através de imagens de mulheres bonitas". Por isso, ela considera Fortaleza, o local ideal para discutir prevenção e enfrentamento ao tráfico de pessoas.
 

Mas, foram as experiências trazidas da 5ª Conferência das Partes sobre a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado e seus Protocolos, a Conferência de Viena, na Áustria, pela Defensora-chefe da Defensoria Pública da União em São Paulo, Daniela Muscari Scacchetti, e pelo Juiz Federal, Paulo Sérgio Domingues, que enriqueceram ainda mais o debate no período da manhã

Paulo, que também é representante da Justiça Federal de São Paulo no Comitê Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, falou sobre a importância da cooperação internacional para combater este crime, mas, destacou que a questão não é tão simples.
"A necessidade de cooperação internacional é bastante forte, mas, essa questão dentro das Nações Unidas é complicada, porque requer muito investimento na Assistência Técnica, que promove as ações práticas. Então, o dinheiro vira um problema", relatou. Ele comentou ainda que nestes eventos internacionais é possível perceber que os países ricos querem que os países pobres combatam o crime, mas dificultam a ajuda necessária.

Segundo ele, os países europeus não gostam muito de compartilharem informações e não tratam a questão do tráfico com muita transparência, já que não existiria muito interesse nisso. "Existe um mascaramento do debate e da realidade", declarou, se referindo ao caso de travestis e transexuais: "falar sobre isso seria admitir que existe a procura por travestis nestes países. Há maior preocupação com a imagem e menor com a realidade", salientou.
O magistrado comentou ainda que na Organização das Nações Unidas (ONU) as "coisas evoluem muito devagar" e que o debate para aprovar uma Convenção é sempre muito longo, devido aos interesses de cada nação, e que os países cobram medidas efetivas entre si, para combaterem o crime.

Paulo ainda relembrou que a exploração de pessoas, que já acontecia nos tempos da colonização e da escravidão, ainda são situações bem atuais, e que "o tráfico de pessoas nos atinge [no Brasil] de maneiras muito variadas". "O que move o trafico de pessoas é a pobreza", completou Nilce

O evento é uma iniciativa do Instituto de Estudos, Direitos e Cidadania (IEDC), em parceria com a Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) e com o Banco do Nordeste (BNB), local onde o Congresso aconteceu.

viernes, 7 de enero de 2011

DESDE ARGENTINA

Mobilização pede justiça para vítimas de redes de tráfico para prostituição

Karol Assunção *

Adital -
"Elas não podem mais esperar". É com essa palavra de ordem que integrantes de organizações feministas, sociais e políticas realizam, hoje (3), uma rádio aberta e uma ronda ao redor do Congresso da Argentina pelas mulheres e meninas desaparecidas e sequestradas pelas redes de tráfico para a prostituição. A mobilização está marcada para começar às 18h (horário local) em frente ao Congresso da Nação (Av. Entre Ríos e Av. Rivadavia), em Buenos Aires. Na ocasião, a Associação Civil La Casa del Encuentro vai ler um documento que será apresentado à embaixada da República Dominicana e à chancelaria da Argentina sobre a situação de mulheres e meninas da República Dominicana no país sul-americano. Isso porque, de acordo com a Associação, muitas delas são atraídas para a Argentina para se prostituírem.

Entre as demandas, estão: aparecimento de todas as mulheres desaparecidas e sequestradas pelas redes de tráfico para a prostituição; reforma da Lei de Tráfico; declaração do tráfico de pessoas como Delito de Lesa Humanidade; desmantelamento das redes de tráfico e das cumplicidades das forças de segurança e dos poderes político e judicial; assistência efetiva e programa para as vítimas e seus familiares; busca de mulheres e meninas que estão em prostíbulos; e aparecimento das mais de 600 mulheres e meninas desaparecidas.
As organizações manifestantes ainda pedem justiça para o caso de Mairel Mora, dominicana assassinada no mês passado em Olavarria, Buenos Aires, onde exercia a prostituição. "Pedimos justiça por Mairel Mora, assassinada a golpes em Olavarria com a cumplicidade das redes de tráfico que exploram e traficam mulheres dominicanas para a prostituição", demandam.
Da mesma forma, solicitam que se outorgue a tutela da filha de Dana Pecci à avó da criança, Adriana Gordó. Dana também foi vítima de sequestro e assassinato em Olavarria. "Por que as cumplicidades ao redor do assassinato de Dana Josefina Pecci? Por que a justiça de Olavarria não outorga a Adriana Gordo, mãe de Dana Pecci, a tutela de sua neta?", questionam.
Para mais informações, acesse: http://www.lacasadelencuentro.com.ar/

DESPUES DE UN AÑO

2011: Retirada das tropas e soberania do povo são condições para melhorar o país

Tatiana Félix *

Adital -
O Haiti começou o ano de 2010 com um terremoto que devastou o país e deixou milhares de desabrigados pelas ruas. Ainda em meio às ruínas decorrentes da catástrofe, surge, em outubro, uma epidemia de cólera, que já matou mais de 2.500 pessoas e infectou cerca de 115 mil haitianos e haitianas. Para completar a situação, as eleições presidenciais em novembro foram consideradas fraudulentas e gerou protestos na população.
Somado a isso, o povo haitiano é obrigado a conviver, há cerca de sete anos, com a indesejável presença dos soldados das tropas da Missão das Nações Unidas para a estabilização do Haiti - a Minustah. Diante deste cenário, qual seria a perspectiva para o Haiti em 2011?


Para refletir sobre essa questão, o integrante da secretaria executiva nacional da Central Sindical e Popular (CSP) Conlutas, José Maria de Almeida, enfatizou que "em primeiro lugar é necessário registrar que as tropas [da Minustah] nada fizeram para ajudar a população, que permanece na pobreza". "O que as tropas estão fazendo lá?", questionou.
 

Para ele, as tropas da ONU só estão servindo para defender interesses econômicos dos Estados Unidos, França e Canadá e de empresas multinacionais. "O que menos importa é o povo. Os interesses são econômicos", completou Sandra Quintela, integrante do Jubileu Sul.
Ambos defendem que a retirada das tropas da Minustah do território haitiano é condição essencial para que o país se restabeleça. "Todo mundo está vendo que a Minustah é um fracasso, e não se assume isso, não se discute isso", ressaltou Sandra.

Para José Maria, o fato de o Brasil chefiar as tropas da Minustah é um "vexame internacional", já que o país teria se submetido à defender interesses econômicos estrangeiros. "É uma vergonha o Brasil se prestar a esse papel e ser usado pelos Estados Unidos", resumiu. Por isso, ele defende que seja feita uma intensa mobilização pela retirada das tropas. "É preciso que o mundo exija a retirada das tropas, para ajudar, de fato, o povo do Haiti", afirmou.
Ele disse ainda que se houvesse tido investimento em infraestrutura no Haiti, ao invés de investimento em tropas, tantas escolas não teriam desabado na ocasião do terremoto, matando centenas de crianças, nem hospitais e igrejas teriam caído em ruínas.

Sobre o surto de cólera, José Maria salientou que essa foi uma "tragédia anunciada". Ele comentou que por causa do terremoto, que deixou milhares de pessoas desabrigadas vivendo nas ruas e em abrigos temporários, a situação se tornaria propícia para o surgimento de uma epidemia, devido à falta dos serviços básicos como água potável.
O primeiro passo para o país se reerguer, segundo ele, "depende da luta do povo do Haiti. As mobilizações populares são importantes para a retirada das tropas. Essa é a primeira condição para melhorar o quadro no país", observou.

Além disso, ele ressaltou que, para reconstruir seu país, o povo do Haiti precisa de um governo legítimo e soberano. "Que legitimidade tem esse governo onde menos de 25% da população votou?", salientou. "O país precisa resgatar sua cidadania", finalizou.

martes, 4 de enero de 2011

CON RELACION A TRAFICO DE PERSONAS

Seminário discutirá migração internacional e tráfico de pessoas na Pan-
 



Tatiana Félix *

Adital -
Nos dias 3 e 4 de novembro será realizado o seminário "Migrações na Pan-Amazônia: fluxos, processos sociais e conflitos", no auditório da faculdade de Direito da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), localizado na rua General Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000, Aleixo - Manaus. O evento reunirá especialistas e pesquisadores nacionais e internacionais que refletirão sobre os problemas que envolvem os processos migratórios, incluindo o tráfico de seres humanos. As inscrições podem ser feitas através do
 
 
De acordo com o coordenador do seminário, Sidney Silva, o objetivo do evento é analisar o fluxo de migrantes estrangeiros e brasileiros na região Pan-Amazônica. "Queremos traçar um perfil destes migrantes, saber quem são, de onde são, para onde vão", explicou. "Além disso, queremos discutir processos sociais, a questão do tráfico de pessoas, sobretudo de mulheres para a exploração sexual", acrescentou


A complexidade do tráfico de pessoas será discutida no primeiro dia do seminário, na mesa "Conflitos e tráfico humano na Fronteira Norte". Para aprofundar a questão, os debatedores refletirão o tema sob a ótica da "Migração e Relações de Trabalho de brasileiros no Platô das Guianas" e das "Redes e itinerários dos brasileiros para as áreas de garimpo da Guiana, Suriname e Venezuela
 

O tráfico de meninas na cidade de Manaus, capital do Amazonas, e as estratégias adotadas pelo estado para enfrentar o tráfico de pessoas em seu território, também são importantes pontos a serem refletidos.
Ainda no primeiro dia serão discutidas as mesas: "Migração Internacional: questões teórico-metodológicas" e "Migrações na Pan-Amazônia: fluxos e tendências", enfocando no trânsito de pessoas entre os países fronteiriços da região, como Suriname, Bolívia, Guiana Francesa e Venezuela.

No dia 4, acontecem os debates sobre as migrações internacionais e as políticas sobre o assunto.  Neste momento serão discutidas as "Tendências internacionais em políticas migratórias e o caso brasileiro" e "A política internacional das migrações". Os processos culturais e a identidade dos povos envolvidos no processo migratório também serão considerados no seminário.

Para o coordenador do evento, é importante discutir essas questões no ambiente acadêmico, mas, principalmente, pensar em propostas de políticas públicas para tentar resolver os conflitos. Sidney afirmou que "o Brasil precisa de uma nova lei migratória e que é importante favorecer a integração entre os povos e não a criminalização".
Segundo ele, não será feito encaminhamento de propostas, já que o foco é o da discussão. Mas, ele informou que o conteúdo das discussões do evento serão reunidos em um livro, que será publicado posteriormente.

FUE APROBADO LA LEY DE LOS SACOLEROS

Lei dos Sacoleiros Não Muda Cota de US$ 300,00


Por Guilherme Dreyer Wojciechowski - SopaBrasiguaia.com
Ao contrário de informações equivocadas difundidas por meios de comunicação e pelo nem sempre preciso método do boca-a-boca, a regulamentação da “Lei dos Sacoleiros” não altera a cota de US$ 300,00 disponível aos turistas que vão às compras no lado paraguaio da fronteira.
Em paralelo à aplicação da nova lei, que altera apenas aspectos relacionados à escala comercial, permitindo que os atuais sacoleiros abram empresas e transformem-se em importadores, a cota de US$ 300,00 continuará a ser aplicada às pessoas físicas que cruzam a divisa.
Isso ocorre porque o Regime de Tributação Unificada (RTU), criado pela nova lei, vale somente para os brasileiros que optarem pela obtenção de CNPJ, cadastrado junto ao Simples Nacional e à Receita Federal do Brasil (RFB), para passar a trabalhar legalmente com produtos trazidos do Paraguai.
No sistema atual, sacoleiros e “laranjas” contam com “cota zero”, uma vez que, por lei, é proibida à pessoa física a compra de produtos com destinação comercial em suas viagens ao exterior e a declaração desses produtos como “bagagem acompanhada” para usufruto da cota de isenção.
Nesse sentido, a “Lei dos Sacoleiros” surgiu, justamente, para proporcionar opção até então inexistente de formalização de um comércio que movimenta milhões anualmente e prejudica ainda mais o fisco e a indústria nacional ao ingressar ao país sem qualquer pagamento de impostos.
Aos sacoleiros que optarem pela abertura de microimportadoras, a alíquota de importação será de 25%, com limite anual de R$ 110 mil, divididos em quatro trimestres. A lista de produtos permitidos para importação pelo novo regime pode ser conferida clicando aqui.
Aos turistas, visitantes e moradores da fronteira, a cota continuará a ser de US$ 300,00 (terrestre) e US$ 500,00 (embarques aéreos no exterior), com alíquota de 50% sobre o valor que ultrapassar a cota correspondente e possibilidade de utilização apenas uma vez a cada 30 dias.



Sacoleiros: O Que Pode e O Que Não Pode Trazer?


Por Guilherme Dreyer Wojciechowski - SopaBrasiguaia.com

Juntamente com o Decreto Presidencial que normatiza o funcionamento da “Lei dos Sacoleiros”, o governo federal publicou, nesta quinta-feira (10), a lista de produtos permitidos ou proibidos para a importação via Regime de Tributação Unificada (RTU).
Antes de passar à leitura da lista, esteja atento, no entanto, ao fato de que o RTU é válido apenas para sacoleiros e empresários que abrirem microimportadoras para a compra de produtos em escala comercial no país vizinho.
Aos turistas, visitantes e moradores da fronteira que realizam pequenas compras no comércio paraguaio, o que vale é a cota de isenção de impostos no valor de US$ 300,00, com alíquota de 50% sobre o valor que ultrapassar o limite e proibição de compra de itens para destinação comercial

Produtos Proibidos

- Mercadorias que não sejam destinadas ao consumidor final;
- Armas e munições;
- Fogos de artifícios;
- Explosivos;
- Bebidas, inclusive alcoólicas;
- Cigarros;
- Veículos automotores em geral e embarcações de todo tipo, inclusive suas partes e peças;
- Medicamentos;
- Pneus;
- Bens usados;
- Bens com importação suspensa ou proibida no Brasil.

Produtos Permitidos

- Máquinas de calcular e máquinas de bolso que permitam gravar, reproduzir e visualizar informações, com função de cálculo incorporada; máquinas de contabilidade, máquinas de franquear, de emitir bilhetes e máquinas semelhantes, com dispositivo de cálculo incorporado; caixas registradoras;
- Calculadoras eletrônicas capazes de funcionar sem fonte externa de energia elétrica e máquinas de bolso com função de cálculo incorporada que permitam gravar, reproduzir e visualizar informações;
- Máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades; leitores magnéticos ou ópticos, máquinas para registrar dados em suporte sob forma codificada, e máquinas para processamento desses dados, não especificadas nem compreendidas em outras posições;
- Máquinas automáticas para processamento de dados, portáteis, de peso não superior a 10kg, contendo pelo menos uma unidade central de processamento, um teclado e uma tela. Capazes de funcionar sem fonte externa de energia. De peso inferior a 350g, com teclado alfanumérico de no mínimo 70 teclas e com uma tela de área não superior a 140cm2;
- Outras máquinas automáticas para processamento de dados. Contendo, no mesmo corpo, pelo menos uma unidade central de processamento e, mesmo combinadas, uma unidade de entrada e uma unidade de saída. De peso inferior a 750g, sem teclado, com reconhecimento de escrita, entrada de dados e de comandos por meio de uma tela de área inferior a 280cm2;
- Teclados. Indicadores ou apontadores (“mouse” e “track-ball”, por exemplo);
- Mesas digitalizadoras;
- Outras máquinas e aparelhos de escritórios. Por exemplo, duplicadores hectográficos ou a estêncil, máquinas para imprimir endereços, distribuidores automáticos de papel-moeda, máquinas para selecionar, contar ou empacotar moedas, máquinas para apontar lápis, perfuradores ou grampeadores;
- Pilhas e baterias de pilhas, elétricas. De óxido de prata. Com volume exterior não superior a 300cm³. Outras de lítio, com volume exterior não superior a 300cm³. Outras de ar-zinco, com volume exterior não superior a 300cm³;
- Aspiradores. Com motor elétrico incorporado. De potência não superior a 1.500W e cujo volume do reservatório não exceda 20 litros, além de "outros aspiradores";
- Trituradores e misturadores de alimentos; espremedores de frutas ou de produtos hortícolas;
- Liquidificadores;
- Batedeiras;
- Moedores de carne;
- Extratores centrífugos de sucos;
- Aparelhos ou máquinas de barbear, máquinas de cortar o cabelo ou de tosquiar e aparelhos de depilar, de motor elétrico incorporado;
- Aparelhos de depilar;
- Aparelhos elétricos de iluminação ou de sinalização (exceto os da posição 85.39), limpadores de pára-brisas, degeladores e desembaçadores (desembaciadores) elétricos, dos tipos utilizados em ciclos e automóveis;
- Aparelhos de iluminação ou de sinalização visual dos tipos utilizados em bicicletas;
- Faróis;
- Lanternas elétricas portáteis destinadas a funcionar por meio de sua própria fonte de energia (por exemplo, de pilhas, de acumuladores, de magnetos), excluídos os aparelhos de iluminação da posição 85.12;
- Aquecedores elétricos de água, incluídos os de imersão; aparelhos elétricos para aquecimento de ambientes, do solo ou para usos semelhantes; aparelhos eletrotérmicos para arranjos do cabelo (por exemplo, secadores de cabelo, frisadores, aquecedores de ferros de frisar) ou para secar as mãos; ferros elétricos de passar; outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico; resistências de aquecimento, exceto as da posição 85.45;
- Aquecedores elétricos de água, incluídos os de imersão;
- Aparelhos elétricos para aquecimento de ambientes, do solo ou para usos semelhantes, radiadores de acumulação;
- Aparelhos eletrotérmicos para arranjos do cabelo ou para secar as mãos. Secadores de cabelo. Aparelhos para secar mãos. Outros fornos, fogões de cozinha, fogareiros (incluídas as chapas de cocção), grelhas e assadeiras;
- Aparelhos para preparação de café ou de chá;
- Torradeiras de pão;
- Panelas;
- Fritadoras;
- Aparelhos telefônicos, incluídos os telefones para redes celulares e para outras redes sem fio; outros aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagens ou outros dados, incluídos os aparelhos para comunicação em redes por fio ou redes sem fio (tal como um rede local (LAN) ou uma rede de área estendida (WAN));
- Aparelhos telefônicos, incluídos os telefones para redes celulares e para outras redes sem fio: aparelhos telefônicos por fio com unidade auscultador-microfone sem fio, telefones para redes celulares e para outras redes sem fio de radiotelefonia, analógicos, ou fixos, sem fonte própria de energia, monocanais;
- Microfones e seus suportes; alto-falantes, mesmo montados nos seus receptáculos; fones de ouvido, mesmo combinados com um microfone, e conjuntos ou sortidos constituídos por um microfone e um ou mais alto-falantes; amplificadores elétricos de audiofrequência; aparelhos elétricos de amplificação de som.
- Fones de ouvido, mesmo combinados com microfone, e conjuntos ou sortidos constituídos por um microfone e um ou mais alto-falantes;
- Amplificadores elétricos de audiofrequência;
- Aparelhos elétricos de amplificação de som;
- Aparelhos de gravação de som; aparelhos de reprodução de som; aparelhos de gravação e de reprodução de som;
- Aparelhos de som que funcionem por introdução de moedas, papel-moeda, cartões de banco, fichas ou por outros meios de pagamento;
- Toca-discos, sem dispositivos de amplificação de som;
- Secretária eletrônicas;
- Aparelhos videofônicos de gravação ou de reprodução, mesmo incorporando um receptor de sinais videofônicos;
- Discos, fitas, dispositivos de armazenamento não-volátil de dados à base de semicondutores, “cartões inteligentes” (“smart cards”) e outros suportes para gravação de som ou para gravações semelhantes, mesmo gravados, incluídos as matrizes e moldes galvânicos para fabricação de discos;
- Aparelhos transmissores (emissores) para radiodifusão ou televisão, mesmo incorporando um aparelho receptor ou um aparelho de gravação ou de reprodução de som; câmeras de televisão, câmeras fotográficas digitais e câmeras de vídeo;
- Câmeras de televisão, câmeras fotográficas digitais e câmeras de vídeo;
- Monitores e projetores, que não incorporem aparelho receptor de televisão; aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou um aparelho de gravação ou de reprodução de som ou de imagens;
- Câmeras fotográficas; aparelhos e dispositivos, incluídos as lâmpadas e tubos, de luz-relâmpago (“flash”), para fotografia, exceto as lâmpadas e tubos de descarga;

domingo, 2 de enero de 2011

Evo Morales cede y anula el 'gasolinazo' en Bolivia

·         El presidente boliviano consideró que la subida no era "oportuna".
·         Lo hizo tras reunirse con sindicatos y organizaciones indígenas.
·         Durante la semana pasada se sucedieron violentas protestas.
El presidente de Bolivia, Evo Morales, anuló durante la noche del viernes al sábado el decreto que subió el precio de los principales combustibles hasta en un 82%, tras la ola de protestas que vivió el país andino estos días y ante las amenazas de más movilizaciones desde el lunes.
En un mensaje poco antes de la medianoche, Morales dijo que ha decidido dejar sin efecto la normativa, después de haberse reunido estos días con sindicatos y organizaciones indígenas que le dijeron que el aumento del coste de carburantes era "inoportuno".
Esto quiere decir que todas las medidas quedan sin efecto

"Esto quiere decir que todas las medidas quedan sin efecto. No existe ninguna justificación ahora para subir los pasajes (de transporte), ni aumentar el precio de los alimentos, ni la especulación. Todo vuelve a la situación anterior", sostuvo.

Morales pronunció el mensaje flanqueado por su vicepresidente, Álvaro García Linera, y el canciller, David Choquehuanca, tras haberse reunido durante varias horas con sus bases sociales en la zona del Chapare y con sus ministros en Palacio.

Esta semana el mandatario izquierdista fue criticado por los sindicatos y movimientos sociales que le acusaron de tomar medidas "neoliberales" e incluso llegaron a pedir su renuncia durante sus protestas.

Las movilizaciones más violentas tuvieron lugar el jueves, en especial en la ciudad de El Alto, vecina de La Paz, que hasta entonces había sido una aliada incondicional del mandatario aimara.

Para el lunes estaban previstas nuevas protestas, entre ellas una marcha de miles de mineros desde el altiplano a La Paz, además de un paro en las empresas del sector y un bloqueo campesino de rutas, si es que Morales no derogaba el decreto.

CON RELACION A DESCRIMINACION y RACISMO

Mãe brasileira pede que imigrante seja incluído em campanha antirracismo do UNICEF

Por: Sarah Fernandes


“Encontrei a campanha por acaso, no site do Unicef (Fundo nas Nações Unidas para a Infância) achei muito interessante a proposta de combater o preconceito contra crianças”, conta Eliana, que é secretaria de um artista plástico em São Paulo. “A campanha pedia que a sociedade participasse, então mandei um e-mail sugerindo que incluíssem as crianças imigrantes, que são vítimas de bullying”.

A preocupação de Eliana com o problema começou depois de ler reportagens informando que crianças filhas de imigrantes bolivianos tinham que “pagar pedágio” para não apanhar na escola. “Minha tia é casada com boliviano e tenho quatro primos descendentes, fiquei preocupada se eles sofrem preconceito”, conta. “Além disso, sou mãe, tenho duas filhas. Não sei como me sentiria se algo assim acontecesse com elas”.

No e-mail ela pede que a campanha seja ampliada ou que se promova uma ação especial para as crianças imigrantes. “Não precisa ter descendência para se sentir indignado com a situação. São crianças sendo injustiçadas”.

O e-mail foi enviado ao Unicef nessa quinta-feira (2/12) e ainda não teve resposta, mas a expectativa de Eliana é que, na próxima semana, os organizadores da campanha entrem em contato.

A campanha: Por uma Infância sem Racismo foi lançada em 29 de novembro pelo Unicef em parceira com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). Atores da Rede Globo de Televisão, como Lázaro Ramos, ajudarão a divulgar as ações.




Leia a carta na íntegra:

Bom dia.

No site do UNICEF diz que podemos participar da campanha e gostaria de fazer uma sugestão:

Esta campanha contra o racismo é muito pertinente, acho muito importante educar nossas crianças para que não se tornem adultos intolerantes e preconceituosos.

Porém acho que ela deveria ser mais abrangente. Temos vários casos de bullying e maus tratos a crianças imigrantes ou filhos de imigrantes em escolas, especialmente bolivianos, peruanos e colombianos. Essas agressões têm feito parte do cotidiano dessas crianças, muitas delas, por exemplo, tem que pagar uma espécie de "pedágio" para terem o direito de estudar em paz, como comprova uma reportagem do Portal R7.

A minha sugestão é que o Unicef crie uma campanha ou amplie a atual, chamando atenção dos pais, educadores e crianças para esse problema que considero grave e que tem sido negligenciado.

Acredito que se a sociedade e o governo se mobilizarem contra todo e qualquer tipo de racismo, vamos conseguir mostrar as nossas crianças que o grande barato da vida está em sermos diferentes e  que o mundo não teria a menor graça se  fossemos todos iguais.

Nossas crianças independentes de raça, nacionalidade, credo, precisam sentir-se aceitas e queridas no meio em que vivem, para que possam crescer felizes e saudáveis, emocional e fisicamente.

Espero poder ajudar em alguma coisa. Sou apenas uma mãe preocupada com o futuro de nossas crianças.

Eliana Freitas

São Paulo, 02 de dezembro de 2010