sábado, 29 de octubre de 2011

oficina ..CAPACITACION ... ESCLARECE LEY DE AMNISTIA PARA LA SOCIEDAD CIVIL


Oficina de Capacitação sobre Migração esclarece lei de anistia para sociedade civil

Por: Thiago Baltazar - São Paulo 27 de outubro de 2011

 
Ocorreu nesta terça-feira (26) a Oficina de Capacitação sobre Migração com os temas: legislação e anistia. O evento organizado pela Comissão de Direitos Humanos através do Núcleo de Atenção ao Imigrante e Refugiado contou com a presença de Denise Barros, assessora do departamento de estrangeiro e Carlos Rezende, chefe substituto da divisão de permanência de estrangeiros, que esclareceram a questão da imigração e do processo de anistia que já está em sua segunda fase. 

Em entrevista ao BC, José Gregori, ex-ministro da Justiça e atual secretário especial dos Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo, afirmou que lutou muito por este projeto de lei.



Denise apresentou um panorama da imigração no Brasil. Para iniciar o seminário, a assessora ressaltou que a mobilidade urbana é uma característica da humanidade. Gráficos apresentados mostraram uma mudança no cenário de migração no Brasil. A partir do ano de 2005, o país tem recebido mais imigrantes do que enviado. Um dos principais motivos deste movimento inverso é o crescimento econômico brasileiro e a crise financeira internacional. Cerca de trinta e cinco mil imigrantes viviam no Brasil há seis anos. Atualmente este número subiu para um milhão e quinhentos mil aproximadamente. O turismo náutico é um dos setores que mais emprega essa população.  De acordo com dados do Departamento de Estrangeiros, Estados Unidos, Japão, Paraguai, Portugal e Reino Unido são os países com maior concentração de brasileiros.





Ruth Camacho advogada e voluntária da Pastoral do Migrante ressaltou a importância deste e outros eventos que ajudam a promover o dialogo a cerca da questão.



Um dos temas sensíveis à questão da imigração é o tráfico de pessoas. Denise Barros afirmou que o governo tem percebido este problema e através do Conselho Nacional de Imigração (CNIg), concede visto de permanência para pessoas nestes casos especiais, pois muitas delas não querem retornar ao seu país de origem devido às ameaças feitas pelos atravessadores, que inclusive, conhecem a localização de suas famílias.

A nova Lei de Estrangeiros está para ser aprovada no Congresso. Denise acredita que falta mobilização para agilizar o processo de aprovação em Brasília. A assessora falou também sobre o acordo de residência entre países membros do Mercosul, onde os nacionais dos Estados integrantes possuem facilidades para solicitar pedidos de residência. Equador e Peru estão no processo de validação deste tratado.





Denise Barros, assessora do Departamento do estrangeiro.


Denise recomenda aos imigrantes dos países referidos acima que peçam sua residência no Brasil por meio desta convenção, uma vez que a burocracia e o tempo de espera dos documentos regulatórios são menores.

Em relação à anistia para imigrantes no Brasil, Carlos Rezende afirmou que esta é a quarta já feita no país. A primeira ocorreu em 1984. Em seguida, junto com a Constituição Federal, no ano de 1988 saiu a segunda. Vinte anos mais tarde veio a terceira em 1998, e a atual foi sancionada em 2009 pelo ex-presidente Luís Inácio Lula na Silva.





Pe. Mário Geremia do Centro Pastoral do Migrante.


Rezende afirmou que cerca de quarenta e cinco mil imigrantes já foram beneficiados pela anistia e que a nacionalidade com maior número de pedidos concedidos foi a de bolivianos. Esta segunda fase representa o momento de transformação da residência transitória em permanente. De acordo com Carlos, o maior problema deste processo de concessão de anistias é a dificuldade de informação sobre os documentos requeridos. Muitos imigrantes não possuem a lista completa.

Esta questão documental é tão controversa que causou divergências inclusive entre uma agente da Polícia Federal e os palestrantes. O grande problema está nos ruídos de comunicação entre o Ministério da Justiça, Polícia Federal e Sociedade Civil. Denise acredita que este encontro tenha sito o início de um processo de diálogo que tende a desenvolver a comunicação entre as entidades do governo e a sociedade.





Flávia Castelhano da Comissão Municipal dos Direitos Humanos, organizadora do evento.


Denise Barros disse ao Bolívia Cultural que o diálogo deste encontro foi importante para encontrar uma forma de ouvir o que a sociedade necessita e também para entender a atuação da Polícia Federal. Segundo a assessora, o simpósio foi necessário para o Ministério da Justiça se articular internamente e também para difundir esta medida de transformação da anistia.

Em entrevista ao BC, José Gregori, ex-ministro da Justiça e atual secretário especial dos Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo, afirmou que lutou muito por este projeto de lei. “Quando fui ministro da justiça no governo Fernando Henrique, também fiz essa anistia. E nada mais justo do que após 10 anos ela vir beneficiar estrangeiros novamente. Queremos leva-la até seu último capítulo”, disse.

Flávia Castelhano da Comissão Municipal dos Direitos Humanos que organizou o evento, afirmou que este simpósio foi realizado com o intuito de esclarecer as dúvidas que surgiram em relação aos direitos da anistia migratória. Disse também que o resultado do encontro foi satisfatório e que esta foi a primeira oportunidade do Ministério da Justiça para conversar com a sociedade civil e Polícia Federal. De acordo com Flávia, o Núcleo de Atenção ao Imigrante e Refugiado vai se reunir sempre que necessário para discutir políticas de desenvolvimento.

O Palácio Manuel Pedro Pimentel, espaço onde foi realizada a Oficina de Capacitação sobre Migração, foi o primeiro projeto realizado na cidade de São Paulo pelo arquiteto Ramos de Azevedo no ano de 1891. O local foi cedido pela Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo.

Para mais informações sobre anistia e imigração entre em contato com o Ministério da Justiça pelo sitehttp://portal.mj.gov.br/data/Pages/MJA21B014BPTBRNN.htm ou através da central de atendimento pelo número (61) 2025 3232.


Fonte: 
Bolívia Cultural
radioinfinitaweb

viernes, 28 de octubre de 2011

MISS CURAZAO .. ES CORONADA COMO LA ... REINA HISPANOAMERICANA 2011


Miss Curazao fue coronada “Reina Hispanoamericana 2011”

Eva Van Putten, Miss Curazao, fue coronada ayer en Santa Cruz de la Sierra como “Reina Hispanoamericana 2011?, seguida de la representante de Chile, María Jesus Matthei.

• María Jesús Matthei, Miss Chile, fue designada Virreina del certamen
• Representante boliviana, Yessica Mouton, fue elegida primera finalista.

La nueva reina, recibió la corona de manos de la venezolana, Caroline Medina, quien obtuvo el premio el año pasado.

La representante boliviana , Yessica Mouton, fue elegida primera finalista, seguida de Miss Ecuador, Olga Olava; Miss Paraguay, Alba Riquelme; Miss España, Alba Fortes y Miss Venezuela, Angela Ruiz, quinta finalista.

Veintidós candidatas de toda Hispanoamérica compitieron por el título durante varios días en Bolivia. Miss Venezuela fue distinguida por el mejor traje típico y Miss Panamá, Marelisa Him, fue elegida Miss Simpatía.
Las candidatas provienen de Ecuador, Curazao, Colombia, República Dominicana, España, Argentina, México, Perú, Uruguay, Paraguay, Panamá , Venezuela , Aruba, Bolivia, Cuba, Costa Rica, Chile, Honduras, Guatemala, USA hispana, Puerto Rico y El Salvador.

Tras conseguir el título, la nueva “Reina Hispanoamericana 2011” se mostró muy feliz, afirmando que lleva la corona a su país con mucho orgullo. Asimismo, agradeció al pueblo boliviano por la realización de certamen.

Miss Brasil, Tamara Almeida, horas antes de la ceremonia sufrió problemas de salud, por lo que tuvo que retornar a su país para proseguir con su tratamiento médico, pues sufre de diabetes tipo 1, motivo por el cual no pudo continuar en el certamen.

La vigésima primera versión de “Reina Hispanoamericana 2011”, se desarrolló en el salón Sirionó de la Expocruz (Santa Cruz), bajo la organización de Promociones Gloria.

Trica de mujeres en la conducción 
Este año tres mujeres fueron las conductoras del Reina Hispanoamericana: Nataly Justiniano, Denisse Quiroga (ambas de la red Unitel) y Massiel Taveras, Reina Hispanoamericana 2008. Definitivamente, faltó la voz masculina. Taveras es bien desenvuelta, pero ‘se chipó’ en más de una oportunidad.
FONTE
ELDEBER
RADIOINFINITAWEB

DANZA DE LOS CHUTA'S .. DECLARADA ... PATRIMONIO NACIONAL e INMATERIAL..


Danza de los ch'utas es declarada Patrimonio Nacional e Inmaterial de Bolivia

Por: Da Redação - São Paulo 27 de outubro de 2011






















La Paz, 27 oct (ABI).- La tradicional danza paceña de los ch'utas fue declarada Patrimonio Nacional e Inmaterial de Bolivia tras las gestiones que realizó el Ministerio de Culturas, informaron el jueves fuentes oficiales.

Según el Ministerio de Culturas, las gestiones para esa declaración fueron iniciadas ante la Asamblea Legislativa Plurinacional en el marco de la política de salvaguarda y promoción del patrimonio cultural y artístico impulsado por el presidente Evo Morales.

"Cuidar nuestras danzas y expresiones artísticas es cuidar nuestro patrimonio e identidad, y si bien esa tarea es responsabilidad del Estado, como lo manda la Constitución Política del Estado, es también tarea de los y las bolivianas que debemos exigir que cada vez que se interpreten las mismas se digan que son bolivianas, con el orgullo que merecen", afirmo la ministra de Culturas, Elizabeth Salguero, citada por un boletín institucional.

Salguero expresó su satisfacción por la declaración de la danza de los Ch'utas como "Patrimonio Histórico Cultural e Inmaterial del Estado Plurinacional de Bolivia" y recordó que hasta el momento son ocho danzas que tienen esa categoría.
"Estamos muy contentos con esa declaración, sólo en esta gestión fueron declaradas ocho danzas como patrimonio de los y las bolivianas. Hablamos de la saya afro boliviana, el caporal, la morenada, la kullawada, la llamerada, la diablada y ahora los ch'utas, al igual que la expresión ritual del thinku", argumentó.

Recordó que el proceso se llevó adelante gracias a las gestiones de la Asociación de Comparsas del Carnaval Paceño y el impulso de los diputados proyectistas Alejandro Zapata y Jorge Medina.


FONTE
BOLIVIACULLTURAL
ABI
RADIOINFINITAWEB

jueves, 27 de octubre de 2011

LA DESPEDIDA DEL ... GRUPO AZUL AZUL ... EL TAHUICHI FUE EL PALCO..


CONCIERTO DE DESPEDIDA

Azul Azul dice gracias por siempre en el Tahuichi

Una gran cantidad de gente despide al grupo musical Azul Azul, considerado el más exitoso de Santa Cruz. Los 21 años de trayectoria son resumidos esta noche en un concierto gratuito en el estadio Tahuichi Aguilera, de la capital cruceña. 




Desde muy temprano las puertas estuvieron abiertas para los fanáticos de la banda más reconocida de Bolivia a escala internacional. Fabio Zambrana, Marcos Justiniano, Nandy Justiniano y Martín Espada, dicen Gracias por siempre a sus seguidores.
Gracias por siempre. Azul Azul
Gracias por siempre. Azul Azul


La exreina de Santa Cruz Caterine Villarroel estuvo esta noche en el escenario principal compartiendo con los autores de La bomba, Lágrimas negras, Que  huevada, Mentirosa, entre otros éxitos.


“No hay duda de que este es el último concierto”, dijo Zambrana, mientras deleitaba a sus seguidores en la proximidad de la curva poniente, donde habitualmente se apostan  los hinchas de Oriente Petrolero.
Gracias por siempre. Azul Azul


Azul Azul sorprendió a Bolivia el 16 de mayo de 2011 cuando en conferencia de prensa anunciaron la disolución del grupo. Desde entonces comenzaron una gira de despedida por distintas provincias. La última se cumple esta noche.
Gracias por siempre. Azul Azul


FONTE
ELDEBER
RADIOINFINITAWEB

martes, 25 de octubre de 2011

Fue promulgado la ley .. CORTA DEL TIPNIS ...


La ley corta del Tipnis nace a regañadientes

Proceso. A las 23:39 de anoche el presidente promulgó la norma que prohíbe carreteras por el Isiboro Sécure. Evo la firmó entre reproches y los indígenas festejaron en la plaza Murillo 
El acto en Palacio para la promulgación de la ley corta aprobada en la Asamblea Legislativa, ayer. No estuvo el Vicepresidente.  -   Afka Periodista Invitado

El Tipnis se respeta, dijo la dirigente Miriam Yubanore al presidente Evo Morales. “El proceso de cambio no se construye maltratando al otro”, añadió el presidente de la subcentral del Tipnis, Fernando Vargas. “El 25 de septiembre, en el monte, nos quisieron linchar”, remató el presidente de la Cidob, Adolfo Chávez. Ese fue el eje de los discursos que emitieron ayer los dirigentes en la promulgación de la ley 180 que protege el parque Isiboro Sécure.

Morales no se dio por aludido y no mencionó en ninguna parte de su discurso el problema de la represión en Yucumo; solo dijo que hay 200 pedidos de pueblos indígenas que reclaman caminos y que en este caso él cumplió con la promulgación que fue exigida por los marchistas y lograda con la caminata de más de 600 kilómetros.
Los indígenas hacen vigilia en espera de la aprobación de la norma en la plaza Murillo, ayer. -   Apg Agencia
Pero la firma de la nueva ley no puso fin al conflicto, porque resta redactar el acuerdo principal en un solo documento y designar a los delegados que trabajarán en el reglamento que requiere la norma.

Las fricciones entre el gobierno y los indígenas no quedaron atrás como mencionaron. Ni siquiera hubo acuerdo sobre la presencia de los indígenas en la promulgación de la ley, porque primero les dijeron que no habría la firma porque había 40 oradores en la sesión de la Asamblea  y que se podía tardar hasta 10 horas en escuchar todas las exposiciones.

Pero a la promulgación de la ley le antecedió una sesión en el Legislativo donde no faltó el enfrentamiento entre oficialistas y opositores; a esta sesión fueron ‘invitados’ una decena de dirigentes que observaron los enfrentamientos verbales entre los dos bandos políticos.

Amalio Puris, un dirigente de la Organización Indígena Chiquitana (OICH), dijo sentirse decepcionado por el debate parlamentario, “yo pensaba que había más respeto, que no se gritaban, es decepcionante ver a los hermanos legisladores, uno tiene otra idea de lo que es esto”, dijo cuando fue consultado sobre los insultos que intercambiaban los parlamentarios.

Alrededor de las 20:30, las bases de los marchistas empezaron a llegar hasta la plaza Murillo, pero el Gobierno restringió su ingreso.

En Palacio, los tres dirigentes que hicieron uso de la palabra reclamaron a Evo Morales por los sucesos de Yucumo, el 25 de septiembre. El dirigente Adolfo Chávez, con lágrimas y con la voz quebrada, dijo: “ojalá que nuestros hermanos no estén planificando su vida en la cárcel”, en referencia al proceso que instauró la ministra de Justicia Nilda Copa en contra de los presuntos responsable del denominado ‘secuestro’ del canciller.

“No nos vean como sus enemigos. Somos sus hermanos de carne y hueso. Queremos seguir viviendo en paz, no somos dañinos, no somos ofensivos, somos sus hermanos”, agregó el dirigente.

“Le pedimos al presidente, a todo su gabinete de ministros, respetar la Constitución. De un Gobierno indígena, queremos que se respete los derechos de los indígenas", pidió Fernando Vargas, a su turno en la testera.
Finalmente, el presidente Evo Morales promulgó la Ley de Protección al Territorio Indígena y Parque Nacional Isiboro Sécure, pero pidiendo a la dirigencia indígena que ‘explicara’ a las comunidades del parque que sí quieren carretera las razones para suspender la construcción de la vía, para que “no me echen la culpa a mí sobre este tema”, expresó el mandatario.

Pasada la medianoche, los marchistas iniciaron el festejo por la ley en plena plaza Murillo, con el acompañamiento de los músicos indígenas, por la victoria obtenida.

La ley corta del Tipnis nace a regañadientes
 EN LA JORNADA
Iglesia
Hay que evitar sacrificios

El obispo de El Alto, monseñor Jesús Juárez, pidió ayer al Gobierno atender con prontitud las demandas de los sectores sociales, a fin de evitar sacrificios como los que vivieron los indígenas que marcharon en defensa del Tipnis. "Ojalá (el problema del Tipnis) deje como experiencia que deben lograrse acuerdos lo antes posible para evitar sacrificios, confrontaciones y violencia", señaló Juárez.


Defensor del Pueblo
Hay que seguir el ejemplo 

El defensor del Pueblo, Rolando Villena, pidió ayer que al igual que las comunidades del Territorio Indígena y Parque Nacional Isiboro Sécure (Tipnis), en el resto de los parques nacionales se garantice con leyes los derechos de los pueblos indígenas sobre su territorio. Manifestó que la ley corta es un paso fundamental para que el Gobierno proceda de la misma forma con el resto de los parques nacionales.


Por carretera
Cocaleros están en vigilia 

Más de 300 cocaleros y representantes interculturales instalaron ayer una vigilia en la plaza 14 de Septiembre de Cochabamba, para exigir que se construya el tramo II de la carretera Villa Tunari-San Ignacio de Moxos por el Territorio Indígena y Parque Nacional Isiboro Sécure (Tipnis). La dirigente cocalera Juanita Ancieta dijo que la medida es indefinida y tienen apoyo de 16 provincias cochabambinas.


Marchistas insisten con la demanda

Pese al compromiso y la invitación del Gobierno a organismos internacionales, han pasado 30 días desde que el contingente policial que vigilaba a los indígenas en la localidad de Yucumo gasificara y dispersara a los indígenas con violencia y hasta ahora entidades como la ONU, la OEA y Unasur no hicieron conocer una respuesta oficial sobre esta invitación oficial.
Los que sí se pronuncian son los dirigentes de la marcha y los diputados indígenas anunciaron que una vez se solucione el conflicto del Tipnis continuarán con sus demandas en la justicia boliviana y organismos internacionales en contra del Gobierno, a causa de la violenta intervención policial a la marcha en Yucumo ocurrida hace un mes, hasta que se conozca a los responsables que dieron la orden represiva.
"Estamos preparando una demanda internacional en la Corte Interamericana de Derechos Humanos sobre la violencia que hemos sufrido cinco diputados y diputadas que hemos acompañado la marcha. Estamos preparando el informe y mandaremos a las instancias correspondientes, porque si presentamos aquí será archivado el documento", dijo el diputado Bienvenido Zau, del MAS.




fonte
ABI
ELDEBER
RADIOINFINITAWEB